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Cinema

Foto do escritor: "xetubalsite"
"xetubalsite"
29 de jul.
2 min de leitura

CLIT estreia-se na capital

 


VI edição do festival tem início na sexta-feira em Lisboa




A sexta edição do CLIT – Cinema em Locais Inusitados e Temporários, com uma programação exclusivamente composta por obras documentais, arranca já na próxima sexta-feira, dia 31 de Julho, em Lisboa, cidade para a qual o festival migrou este ano.

Nascido em Setúbal em 2021, num cenário de pós-pandemia, o festival surgiu com um objectivo claro: “voltar a cativar o público para assistir a cinema fora de casa”, recorda Luís Humberto Teixeira, fundador e director da iniciativa, que este ano faz a sua estreia na capital.

Co-organizado pela cooperativa Letras do Monte e pela associação Festroia, o festival decorre até 4 de Agosto, “maioritariamente em Lisboa, mas com uma incursão à Península de Setúbal no segundo dia, para uma sessão na Moita”, acrescenta o responsável.

O CLIT tem início com a projecção do documentário “Lindo”, de Margarida Gramaxo, que acompanha um caçador de tartarugas da Ilha do Príncipe que se tornou protector da espécie.

Como a sessão inaugural se integra na secção “Descobre-o!”, o local está por desvendar, cabendo ao público encontrá-lo com base nas pistas disponibilizadas no site e nas redes sociais do festival.



Já revelado está o local de exibição de “Topowa! Nunca Desistas”, de Philip Sansom e Inigo Gilmore. O documentário será apresentado sábado, 1 de Agosto, no Pátio da Freguesia da Moita, num evento que contará com uma actuação do grupo de bombos moitense Big Drums e uma conversa após o visionamento para a qual o público está convidado a dar o seu contributo.

Domingo, 2 de Agosto, o festival marca presença no Bairro Alto, onde o Cinema Ideal recebe a estreia nacional, em sessão única, de “Copeland”, um documentário do espanhol Pablo Aragüés que segue o percurso de Stewart Copeland, ex-elemento dos Police, e que, após a projecção, terá comentários do músico Vítor Rua, ex-membro dos GNR, e do baterista Michael Lauren.

O serão de segunda-feira, 3 de Agosto, dará a oportunidade de assistir à película “Onde as oliveiras choram”, de Zaya e Maurizio Benazzo, num espaço a descobrir na Mouraria. A dupla de realizadores europeus a residir nos EUA deslocou-se à Palestina para, entre outros aspectos, acompanhar o trabalho do médico judeu especialista em trauma Gabor Maté com mulheres palestinianas que estiveram detidas em prisões israelitas.

Um pouco antes, pelas 18h30, o realizador norte-americano John Alexander estará no Espaço atmosfera m para uma masterclass em que partilhará como foi realizar “Little Satchmo”, obra que conta a história da filha que Louis Armstrong nunca assumiu publicamente ter tido e que foi galardoada com um Emmy.



A exibição deste documentário, naquela que é a sessão de encerramento do CLIT, terá lugar pela primeira vez na capital na tarde de 4 de Agosto, dia em que se celebram os 125 anos do nascimento de Louis Armstrong, e vai animar um café fundado na década de 50.

A VI edição do CLIT tem por parceiros a Fundação INATEL, a Junta de Freguesia da Moita, a Galeria Monumental, o Cinema Ideal, a Associação Mutualista Montepio, a Casa da Achada, o Café Império e a TunetRádio.

Pistas para os locais da secção “Descobre-o!”, trailers e mais informação sobre os filmes em www.clit.online.

 

 
 
 

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