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Crónicas do Barroso
Censura, minissaia e um bispo O Pepe conta como era “o aviso” Por estes dias, sentei-me com o Pepe Núñez, 80 anos feitos, e saí de lá com a sensação de que a idade, às vezes, é só um número mal colocado no calendário. O Pepe é, provavelmente, o jornalista mais velho da região, mas não tem nada de “último capítulo”. Tem é uma coisa rara: vontade de estar acordado para o mundo. A conversa começou onde ele gosta de começar: na inquietação. “Fui inquieto desde que nasci”, disse-m


Crónicas da Arrábida 8
“ A Caça na Região da Arrábida “ A propósito de caça e situando-nos nos anos 70, salientamos que da Arrábida desapareceram o javali e o veado. Nos dias de hoje regressou o javali que constitui um grave problema...ainda por resolver! Quanto aos veados não se tem a certeza se foi introduzido ou era originário da região, sabendo-se que ali existiu em tempos, através do testemunho de uma cabeça de veado embalsamado, patente no Museu de Vila Viçosa e referenciado como tendo sido


Crónicas em hora de ponta
A SEGURANÇA RODOVIÁRIA COMEÇA EM TODOS NÓS A (in)segurança rodoviária é um dos maiores problemas de saúde pública em Portugal. A melhoria registada nas condições das estradas e na tecnologia dos veículos não tem sido acompanhada pelo civismo e urbanidade motivando estatísticas trágicas e imutáveis com registo de vítimas mortais e incapacidades por lesões provocadas por acidentes no tráfego. Os atropelamentos representam um aspecto particular incidindo sobre a população idosa


Crónicas de ocasião
O Futuro, aquilo que vamos construindo. Muitas vezes perguntamos, afinal, o que é o futuro? É uma pergunta simples, mas que esconde uma reflexão profunda. No meio da azáfama dos nossos dias, entre trabalho, compromissos e responsabilidades, quase sem darmos conta passamos grande parte da vida a trabalhar, precisamente, para garantir algum bem-estar no futuro. Pensamos nele quando poupamos, quando fazemos planos ou quando procuramos melhorar a nossa vida. Mas essa ideia leva-n


Grande Entrevista (1)
O pintor da cidade Rogério Chora construiu o grande espólio da pintura de Setúbal “TEM QUE SE TRABALHAR MUITO PARA SE OBTER RECONHECIMENTO” Rogério Chora é o mais antigo pintor setubalense, ainda, em atividade. Um dia gostaria de ser lembrado como o pintor da cidade que o viu nascer e à qual tem um amor que se poderá afirmar de “perdição”. Despontou ainda criança para a pintura e encontrou nos seus próprios pais um obstáculo que teve de ultrapassar com persistência e determin


Produções da Mascarenhas-Martins (Montijo)
Programa de multiatividades entre abril e julho GISELA JOÃO ATUA NO 2 5 DE A BRI L Entre Abril e Julho, a Mascarenhas-Martins continua a apresentar uma programação diversificada, incluindo teatro, música e atividades de mediação cultural. Na Casa da Música Jorge Peixinho, Abril começa com a leitura encenada de Via Dolorosa , um texto de David Hare, sobre uma viagem a Israel e Palestina. Segue depois com um espetáculo para a infância “ Saber ir ao fundo” , e termina co


Tertúlia do Fado Sadino M.C.
MARIA CAETANO “O FADO TEM DE NASCER CONNOSCO” Maria Caetano é fadista reconhecida na cidade pelos seus tributos e méritos. Diz que o fado faz parte de si, definiu-o à entrada da adolescência e a ele se ligou com o denodo e a dedicação que fazem de si uma fadista que o público gosta e aplaude. Acredita que a evolução do fado em termos de letras foi benéfica uma vez que se abandonou de certa forma o lado fatalista e triste para dar lugar à beleza de poemas que, aliados á música


Casa da Música Jorge Peixinho (Montijo)
Companhia “Mascarenhas-Martins” leva à cena leitura encenada “VIA DOLOROSA” DE ISRAEL A PALESTINA UM CONFLITO DA HUMANIDADE Entre 3 e 12 de Abril, a Mascarenhas-Martins, apresenta uma leitura encenada de “ Via Dolorosa” , texto de David Hare, escrito após uma viagem a Israel e à Palestina. São seis sessões na Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo, com interpretação e direcção de Levi Martins, a quem se juntam os atores André Alves e João Jacinto. Via Dolorosa apresenta u


No palco da Gráfica"
TAS ESTREOU ONTEM "EM ALTO MAR" UM BANQUETE DE MANIPULAÇÃO RETÓRICA O Teatro Animação de Setúbal estreou ontem à noite a peça "Em alto mar", de Slawomir Mrozeck, no espaço da "Gráfica", no bairro de S. Domingos. Trata-se da 153ª produção da companhia. A partir da sátira mordaz escrita pelo dramaturgo polaco Slawomir Mrożek em 1961, ‘Em Alto Mar’ acompanha uma jangada à deriva onde três náufragos enfrentam um dilema absoluto: a comida acabou. Entre discursos elaborados, j


Grande Entrevista (2)
Paulo Guerreiro (artesão em reciclagem de madeiras) “VEJO A ARTE COMO UM CANAL DE COMUNICAÇÃO UNIVERSAL” Paulo Guerreiro é um artista que encontra na arte da reciclagem de madeiras, um motivo para dar expressão à sua criatividade que diz “ fazer parte de um canal de comunicação universal ”. Para si a questão da reciclagem parte da mentalidade que cada um desenvolve no que concerne à visão de voltar a dar significado e utilidade a materiais cujo destino está traçado no lixo
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