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ROMARIA COM BANHO SANTO E GALINHA PRETA LEVA MILHARES A ESPOSENDE

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A romaria de São Bartolomeu do Mar é uma festa religiosa e popular realizada anualmente na freguesia de São Bartolomeu do Mar, em Esposende, Portugal, no dia 24 de agosto, data em que se celebra o santo. O evento, com raízes seculares, envolve rituais como o "banho santo" em crianças, que são mergulhadas no mar três vezes para afastar males e doenças e existe ainda o ritual da galinha preta.

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(...) Ainda a propósito de carros dos serviços, num final do dia foi meu dever informar o Diretor, que ao Jeep Toyota amarelo, de matrícula DR-17-17, tinha eu feito a proeza de o tombar de lado num qualquer  estreito e acidentado caminho rural, ali para os lados das aldeias da Portela, Piedade e S. Pedro. Aconteceu por desatenção minha e a viatura galgou o talude e “deitou-se”… Desliguei o motor de imediato e tratei , rapidamente, de sair por cima, pela “porta do pendura”. Logo apareceu ajuda vinda da aldeia da Portela. Foi fácil com o trator, pô-lo em pé.

Cinco estórias que me aconteceram ao serviço do PNA

  (por Eng. Nuno David)

GENTE GIRA DE SETÚBAL

Iniciamos hoje a publicação das 210 entrevistas que fazem parte da iniciativa "Gente Gira da Região", criada e dirigida por Joaquim  Gouveia, entre os anos de 2014 e 2018 e que estão depositadas em documento único na Biblioteca Municipal de Setúbal. Algumas das figuras já faleceram, no entanto, também, aqui serão recordadas. Nesta edição recordamos as entrevista com Albano Almeida e Álvaro Andrade.

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ALBANO ALMEIDA (musicólogo/músico)

“O MUNDO DÁ MUITO QUE PENSAR”

ÁLVARO ANDRADE (professor/cantor)

 “ACHO QUE NUNCA ESTAREI REALIZADO”

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Imagem gerada por AI

Todos conhecemos as principais causas dos acidentes rodoviários como o consumo de álcool, excesso de velocidade, manobras arriscadas, uso de telemóvel, etc.. Mas perante o assustador número da sinistralidade nas estradas portuguesas no primeiro semestre deste ano, as variadíssimas campanhas de segurança rodoviária que alertam para os excessos na condução, e de todas as operações da GNR e PSP, os condutores parecem teimar em arriscar demasiado não dando ouvidos nem atenção aos cuidados a manter ao volante. Partindo de um princípio de que um automóvel ou uma motorizada podem ser uma autêntica arma pronta a “disparar” em qualquer direção, algo falta à consciência dos mais incautos automobilistas que, prevaricando, colocam em sobressalto não só a sua própria vida, mas também as dos que consigo viajam ou dos que acabam por ser colhidos de forma, perfeitamente, inimaginável e nunca prevista. O pior vem depois, sempre no minuto seguinte ao embate, no silêncio que arrepia e nos primeiros sinais de sofrimento de condutores e passageiros. Há um autêntico “pesadelo” que, nos piores casos, resulta em mortes ou feridos muito graves, vidas que se perdem ou se recomeçam de forma, absolutamente, dramática. Depois o desespero das famílias e dos amigos, num profundo golpe no âmago capaz de produzir efeitos psicológicos, tantas vezes, inultrapassáveis. Há quem comece a perceber que uma viagem pode ter por certo apenas o início, porque até ao destino final existe uma estrada cheia de casos e números demasiadamente alarmantes. Mais que as causas, tão conhecidas de todos, nesta reportagem quisemos abordar o “depois”, o minuto seguinte ao estrondo e ao silêncio aterrador que se lhe segue. Queremos que a consciência de cada condutor tenha em conta que um descuido pode valer um fim de vida, um sofrimento, demasiadamente, pesado para as famílias e o aumento de um número de acidentes que parece não parar de crescer. Para melhor perceber este grau de irresponsabilidade e as suas drásticas consequências falámos com o Capitão Celso Pereira, da GNR (trânsito), Capitão Rafael Rodrigues, ex-Comandante de companhias de bombeiros e com a psicóloga Jessica Duarte. Desde o momento de um acidente até ao último serviço a prestar que é a lavagem do piso, existe um trabalho intenso destas unidades, GNR, Bombeiros e Psicólogos, que marcam presença indispensável e essencial no “teatro das operações”. Chamamos a atenção para as entrevistas com estes três profissionais no sentido de se entender uma tragédia, que quando acontece, podia e devia, sempre por sempre, ser evitada.

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Capitão Celso Pereira   

“NUNCA CONDUZIMOS APENAS POR NÓS. NINGUÉM SABE AS CONSEQUÊNCIAS DE UM SIMPLES ERRO…”

“DEPOIS DE UM ACIDENTE PODE COMEÇAR UMA VIDA PROFUNDAMENTE DIFERENTE E INESPERADA”

“NÃO HÁ UMA MANEIRA BOA DE DAR UMA NOTÍCIA TRÁGICA MAS HÁ FORMAS MAIS HUMANAS DE O FAZER"

Reportagem de Joaquim Gouveia

 Capitão Rafael Rodrigues  

  Jessica Duarte

PORQUÊ?

O acidente. O minuto seguinte. O grito cortante do pesadelo...

Quando as estradas portuguesas são um «portal para o inferno»...

Até 31 de outubro, na Biblioteca Municipal de Setúbal

 

Human Rights - Stock Off.

 

EXPOSIÇÃO COLETIVA DE PINTURA PROPÕE REFLEXÃO SOBRE OS DIREITOS HUMANOS

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Um grupo de 5 artistas plásticos, resolveu unir-se, em prol de uma grande causa através de uma intervenção plástica. 

Mais que uma mostra, trata-se de uma manifestação artística contemporânea, com intenção de marcar uma posição, fazer agitar estas questões, suscitar diálogos em torno desta temática focada num tema muito atual, convidando a refletir sobre os Direitos Humanos e a sua importância na sociedade.

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NORTE DE PORTUGAL UM BERÇO DE GENIALIDADE DO MUNDO

Do Douro ao Minho, uma constelação de escritores, artistas, médicos, homens da Igreja e figuras maiores da cultura portuguesa

Há regiões que se distinguem pela beleza das suas paisagens. Outras, pela riqueza da sua história. O Douro e o Minho distinguem-se também pelos homens e mulheres que deram a Portugal, e ao mundo, algumas das suas vozes mais singulares. Da literatura ao teatro, da música à medicina, da ciência à espiritualidade, o Norte português produziu personalidades que marcaram épocas, desafiaram convenções e ajudaram a construir a identidade cultural do País.

Há uma história do Douro e do Minho, que se escreve nos rios, nas montanhas, nas vinhas, nas cidades antigas e nas aldeias que resistem ao tempo. Mas há outra, igualmente extraordinária, que se escreve através das vidas e das obras daqueles que nasceram nestas terras, nelas encontraram inspiração ou fizeram delas o lugar decisivo da sua existência. Hoje começamos com os escritores mais notáveis.

Por Rui Cunha Campos (nosso colaborador no Porto)

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Junta de Freguesia de São Sebastião

 

Uma freguesia solidária, inclusiva e humanizada.

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Edição e coordenação de JoaQuim Gouveia (jornalista)

Produção gráfica: Catarina Branco

Revisora: Ana Santos

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Contacto: 915 568 820

Sede: Setúbal

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