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Crónicas - Comentários - Entrevistas - Promoção - Divulgação
Edição e coordenação de JoaQuim Gouveia (jornalista)

Todos os artigos


115 anos de história e glória
O nosso Vitória não acabou! Este é o meu momento de celebrar mais um aniversário do clube que me fez jogador de futebol e que me ensinou a crescer como homem, com partilha, amizade, compreensão, resiliência e espírito de sacrifício. No próximo dia 20 de novembro de 2025, o Vitória Futebol Clube de Setúbal comemora 115 anos de existência. Poderei ser suspeito por este gosto profundo que tenho pelo clube afinal, fui convidado a jogar nas suas equipas mais jovens e cheguei aos s


A "velhinha" Capricho já tem 158 anos!
“SERÁ SEMPRE A NOSSA VELHINHA " Amílcar Caetano, antigo membro da coletividade recorda tempos e gente que a cidade bem conheceu e que levaram a Capricho aos écrans televisivos A velhinha Capricho Setubalense assinalou no último dia 22 do corrente mês, 158 anos de vida repleta de associativismo, cultura e recreio. Com sede na baixa da cidade, viveu momentos de grande fulgor ao longo da sua história, sobretudo, enquanto a baixa era um importante centro populacional e de comérci


TAS leva à cena “Manual do bom fascista” de Rui Zink
Fora do armário ou dentro de si poderá existir um bom fascista. Acredita? Você acredita que pode ser um bom fascista, daqueles que não se escondem num armário e admitem essa inevitabilidade? Ou prefere, por outro lado, esconder-se num refúgio apenas seu sem dar muito nas vistas? Alguma vez pensou nestas possibilidades? O autor Rui Zink, conhecido escritor português, acredita que há dentro de todos nós um bom fascista e que, nalguns casos, mais cedo ou mais tarde chegará ao Po


ARRÁBIDA O SOS DA NATUREZA
Arrábida... tão perto de Lisboa e quando para sul se olha…se alcança. Vemos bem longe uma “uma serra agarrada aos céus” que vem até nós. E a vemos do outro lado do rio, nas manhãs... e só quando as neblinas no Tejo nos deixam. Também o fotógrafo e jornalista Gil Montalverne, publicou “Arrábida o SOS da Natureza”, numa mensagem clara. “Numa época como a nossa, de evolução acelerada, deve ser estabelecido o princípio da perenidade das florestas, fontes permanentes e renováveis


O caminho do Mercado da Machanga
José Mário Leite (texto) / Luis Cangueiro (foto) Antes que a manhã avance, os pés nus calcorreiam, ligeiros, o caminho de terra, em direção ao mercado. Na véspera, à tardinha, os mais pequenos pontapearam bolas de trapos e pisaram linhas traçadas no chão do terreiro. O mesmo chão, calcado, ao cair da noite, pelos juvenis, sublinhando os frenéticos ritmos dos tambores. Os mais velhos andarilharam o dia todo, no chão da cubata, no caminho da horta, no capim do mato. As pernas b


TERTÚLIA DO FADO SADINO
"Considero-me fadista! Nasci e permaneci assim". Inês Pereira é uma das vozes que o fado já tem como certas no seu próprio percurso enquanto estilo que bem define a canção e a chamada alma portuguesa. Entoa com emoção e sentido, voz forte e trinado brilhante, ao jeito e gosto das plateias que a aplaudem cada vez mais certas do seu valor e talento natural. Sente-se fadista e sabe que já nasceu assim como se o fado fosse um verdadeiro dom que tem gene própria e só possível aos


As raízes dos problemas actuais
A História é fundamental porque permite entender o presente através do contexto passado, compreender as raízes dos problemas actuais evitando a repetição de erros e fracassos. O conhecimento do passado fornece uma "base de dados" para não se repetir os mesmos equívocos, pois este, explica a origem dos conflitos, as agendas e problemas sociais, a evolução dos direitos, tecnologias, formas de organização social e costumes que moldam a sociedade contemporânea, e que são discutid


Teatro Estúdio Fontenova estreia nova peça para criar diálogos e reflexões necessárias
De 14 a 23 de novembro, no Forum Municipal Luisa Tódi "Quando é que um corpo deixa de ser manipulado social e culturalmente para passar a fazer ecoar a sua voz interior?" (foto Helena Tomás) entrevista - Joaquim Gouveia Rosa Dias, em fase de transição de género, autora deste novo espetáculo do Teatro Estúdio Fontenova, aborda uma temática corrente que gera convergências, divergências e, sobretudo, muito debate. A questão da própria liberdade de género de cada um, a escolha,


Crónicas da ARRÁBIDA
O seu início geológico foi como uma ilha Arrábida,... tão perto de Lisboa e quando para sul se olha….. se alcança, vemos bem longe “uma serra agarrada aos céus” que vem até nós… E a vemos do outro lado do rio... nas manhãs... e só quando as neblinas no Tejo nos deixam !!! “ A Serra da Arrábida, talvez mais do que um simples conjunto de uma diversidade botânica, coberto de matizes e aromas, extraordinária e quase única, à beira de um atlântico mediterrânico, tem valido ao lon


Em jeito de “consentimento informado”…
Álvaro Balseiro Amaro (texto) Luis Cangueiro (foto) Na turba das massas, que ora se movimentam em irregular ondulação, ou se acomodam na cobiçada bonança, o medo do desconhecido e o conforto da proteção constituem terrenos férteis e ambientes inebriantes para a doutrinação de qualquer espírito. Arrebanhados, em grupo, amorfos, dissimulam o ceticismo na crença no conjunto, esfuma-se a individualidade, dilui-se a singularidade do espírito crítico, cede-se ao sentimento da inseg
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