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Tertúlia do Fado Sadino - J.L.
JOANA LANÇA “O FADO VIVE UMA FASE MUITO BONITA” Feliz a fazer o que faz e da forma como o faz. É assim que a jovem fadista setubalense Joana Lança, se dá a conhecer numa arte onde a presença da paixão e o cultivo da alma se misturam numa perfeita simbiose, como afirma, para que o Fado faça todo o sentido. É a chamada canção nacional e para esta nossa fadista “vive de um popularismo” que toca até os estrangeiros que o escutam pela primeira vez numa casa de fado carregada de ti


100 Olhares - RETRATO DE SHANIA
RETRATO DE SHANIA Joaquim Gouveia (texto) Luis Cangueiro (foto) O dia despontou como é habitual. Solarengo, radiante, renovado de energia. Shania acordou cedo como de costume. Refrescou-se num duche morno com água de coco e shampoo de alfazema. Domingo, o costumeiro hábito de participar na missa na pequena igreja da aldeia, acolhedora, guardadora das imagens de Nª. Sra. de Fátima, de São Jorge e de Jesus Cristo na cruz. À hora de sempre o padre Rodrigo comanda os destinos da


Tertúlia do Fado deSadino
CARLA LANÇA “FAÇO PARTE DA CULTURA DE SETÚBAL” Carla Lança é nome firme entre o bom naipe de fadistas da cidade de Setúbal. Sente que pela carreira traçada já faz parte da cultura da cidade. O saudoso guitarrista Manuel Zorro Casalão foi o responsável pelo início de uma carreira da qual a fadista se sente reconhecida, nunca esquecendo tão valioso como dedicado amigo. Para Carla Lança, ser fadista é muito mais que cantar afinado é um estado de alma, uma paixão que nasce com o


Malena Martins na primeira pessoa
Do largo da Portuguesa, em Setúbal, até ao campos de Santiago do Cacém , uma infância feliz e contemplativa “Nasci no antigo largo da Portuguesa (hoje largo da Associação dos Socorros Mútuos Setubalense) e aos 3 meses os meus pais foram morar para a avenida 5 de Outubr,o onde residi ate o tremor de terra de 1969, que danificando muito a nossa casa. Como tenho um sono ligeiro desde sempre, senti o seu inici e acordei o prédio inteiro e todos correram para ficar a salvo. Ten


14 de dezembro na Casa da Cultura de Setúbal
Lançamento do livro “Alma inquieta” de Malena Martins UM CONTRIBUITO POÉTICO PARA A PAZ E O AMOR “Alma inquieta” é o quarto livro de poesia de Malena Martins, uma obra que, segundo a autora, para além de ser um contributo para a paz e o amor no mundo pretende, também, ser uma mensagem de coragem em favor da felicidade e alegria de cada um. A poesia e a fotografia são duas indissociáveis paixões na vida desta conterrânea setubalense que ao conquistar Paris, primeiro e depois a


O imenso percurso de Malena Martins na moda
A jovem setubalense que desfilou para os grandes nomes da moda mundial Fez o Curso Geral de Comércio na Escola Industrial e Comercial de Setúbal (hoje Sebastião da Gama). Saiu de Setúbal para estudar em Almada e depois, em Lisboa, onde se iniciou em Economia Política. Cedo percebeu que a vontade de ser útil a causas mais nobres era a escrita que a realizava por completo. Começou a sua vida ativa e partiu para França. Levou na bagagem vários recortes de jornais com artigos seu


O imenso mundo de Malena Martins
A CIDADE LUZ ILUMINOU-SE PARA A JOVEM SETUBALENSE Maria Helena Martins, rapariga muito jovem, bonita, vencedora do 1º Concurso da Rainha do Sado, partiu sem glória da sua terra onde, por via desse enorme feito, foi destratada e, quase, condenada ao insucesso. Mas não se ficou pelo mal dizer da cidade a que hoje, regularmente, regressa com a mesma determinação com que partiu. Estudou em Lisboa e, depois, em Paris, onde cursou Comunicação Social. Num ápice e devido às suas linh


A "velhinha" Capricho já tem 158 anos!
“SERÁ SEMPRE A NOSSA VELHINHA " Amílcar Caetano, antigo membro da coletividade recorda tempos e gente que a cidade bem conheceu e que levaram a Capricho aos écrans televisivos A velhinha Capricho Setubalense assinalou no último dia 22 do corrente mês, 158 anos de vida repleta de associativismo, cultura e recreio. Com sede na baixa da cidade, viveu momentos de grande fulgor ao longo da sua história, sobretudo, enquanto a baixa era um importante centro populacional e de comérci


TAS leva à cena “Manual do bom fascista” de Rui Zink
Fora do armário ou dentro de si poderá existir um bom fascista. Acredita? Você acredita que pode ser um bom fascista, daqueles que não se escondem num armário e admitem essa inevitabilidade? Ou prefere, por outro lado, esconder-se num refúgio apenas seu sem dar muito nas vistas? Alguma vez pensou nestas possibilidades? O autor Rui Zink, conhecido escritor português, acredita que há dentro de todos nós um bom fascista e que, nalguns casos, mais cedo ou mais tarde chegará ao Po


TERTÚLIA DO FADO SADINO
"Considero-me fadista! Nasci e permaneci assim". Inês Pereira é uma das vozes que o fado já tem como certas no seu próprio percurso enquanto estilo que bem define a canção e a chamada alma portuguesa. Entoa com emoção e sentido, voz forte e trinado brilhante, ao jeito e gosto das plateias que a aplaudem cada vez mais certas do seu valor e talento natural. Sente-se fadista e sabe que já nasceu assim como se o fado fosse um verdadeiro dom que tem gene própria e só possível aos
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