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Edição e coordenação - Joaquim Gouveia
Todos os artigos


Crónicas da Maria José Afonso (ouro)
Ouro do Barroso E O PÃO CHEGA?... O ouro de Barroso está dependurado por uma corda. Visto assim, parece uma maneira pouco prudente de guardar uma fortuna. Mas a casa sabe o que faz. Estes presuntos obrigam-me a pensar nas mãos. Nas que trataram dos animais, nas que salgaram a carne, nas que sabem, pelo hábito e pela atenção, quando é preciso mexer e quando convém deixar estar. Há conhecimentos que uma pessoa leva anos a adquirir e explica em duas frases. Parece simples porque


Sinistralidade. O depois (psicóloga)
Jessica Duarte - Psicóloga * “NÃO HÁ UMA MANEIRA BOA DE DAR UMA NOTÍCIA TRÁGICA” Joaquim Gouveia – Nos primeiros momentos após um acidente rodoviário com elevado grau de tragédia humana, quais são os primeiros procedimentos que cabem aos psicólogos chamados ao local, ministrar nas vítimas (graves ou ligeiras). Qual a maior preocupação no momento? Jessica Duarte – Numa situação destas, a primeira preocupação é sempre perceber como é que aquela pessoa está naquele momento e


Sinistralidade. O depois... (GNR)
Capitão Celso Pereira (*), partilha preocupações fundamentais da GNR, em termos de Segurança Rodoviára “NUNCA CONDUZIMOS APENAS POR NÓS. NINGUÉM SABE AS CONSEQUÊNCIAS DE UM SIMPLES ERRO…” Joaquim Gouveia – Perante os assustadores números da sinistralidade no nosso, país onde se contam cerca de 600 perdas de vidas humanas por ano e apesar de todas as campanhas, as operações de patrulhamento e segurança, parece estarmos perante uma espécie de suicídio estranho, onde os condu


Novo livro em apresentação
Albina Bartolomeu lançou livro pela dignificação das mulheres “MULHERES ABUSADAS. BASTA” É UMA AFIRMAÇÃO DE CORAGEM A escritora Albina Bartolomeu apresentou, no passado sábado, a sua mais recente obra literária “Mulheres abusadas. Basta!, perante uma plateia bem composta onde se percebeu a presença de vários jovens, na Biblioteca Municipal de Setúbal, com apresentação da professora e escritor Aguinalda Conduto, que assina o prefácio do novo livro. Para a Dra. Ligia Maria


Nova obra sobre história setubalense
Historiador Diogo Ferreira lançou livro sobre os fuzilamntos de 13 março 1911. Pintor Nuno David construíu a capa MARIANA TORRES E ANTÓNIO MENDES FUZILADOS NO LARGO DO CARMO, EM SETÚBAL DÃO MOTE À OBRA QUE FALA DOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA CONSERVEIRA Foi lançado no sábado dia 26 de setembro, a obra literária sobre o tema referido em título, que narra os acontecimentos desse já longínquo dia e ocorridos em na cidade de Setúbal. O autor é o jovem Investigador Diogo Ferre


Crónicas do Joel (duas...)
"DUAS VIDAS. O MESMO CAMINHO" Agora sigo sozinho, mas os meus passos já foram acompanhados pelos seus. Agora sigo sozinho, mas dentro de mim ainda pulsa um coração apaixonado que teima, impiedosamente, em chamar o teu nome em inúmeras noites sem fim. Aquele dia, bem... aquele dia ficará sempre guardado em mim! Chegámos a casa sem nada dizer e pela mesa de jantar espalhámos fotos do nosso passado, fotos dos momentos vividos, dos sentimentos partilhados e dos sorrisos que um


Crónicas do José-António Chocolate (verdade...)
NÃO NOS FALTE A VERDADE Começo este artigo na ilusão de ainda ser daqueles que, quando escrevo procuro corresponder a algo de interesse, que tenha sumo, que corresponda a uma verdade interior e que fuja ao estereotipo da vacuidade dos dias de hoje. Sim, este vazio que nos coloca ao sabor da IA (inteligência artificial) e que nos torna iguais numa escrita que, não é a nossa e que deixa a impressão de elevado nível de sapiência mesmo ao mais burro dos mortais. É certo que ten


Crónicas da Arrábida (15)
Parque Natural, uma “ figura jurídica mais forte “ Veio a acontecer em 28 de Julho de 1976 com a publicação do Decreto-Lei 622. Este ano e no passado dia 26, comemoraram - se os 50 anos da existência da “Área Protegida, o Parque Natural da Arrábida”. A filosofia geral dos Parques Naturais em Portugal, baseou-se na necessidade imperiosa de se proceder ao ordenamento do território, definindo-se como” áreas devidamente ordenadas tendo em vista o recreio, a conservação da natur


crónicas do José A. Gonçaves (ritual)
JORGE PALMA E O MEU RITUAL SAGRADO (Clique para ouvir o tema) “Epá, deixa-me abrir contigo, desabafar contigo... Falar-te da minha...” infância. Não toda, claro. Seria uma seca. E tu baldavas-te logo. Os teus dedos ficariam demasiado tempo longe do piano que tão bem tratas. Mas porque escrevo a pensar em ti, deixa-me falar-te apenas de um momento específico da minha infância. Penso que por volta de 1984, ou qualquer coisa que o valha, eu tinha um ritual sagrado. Assim que o
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